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Um blog sobre GNU, Linux, Open Source, Desenvolvimento e Nerdices em Geral

Pino: Cliente para Twitter e Identi.ca

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Olá pessoal!

Quem me acompanha pelo Twitter (InFog9) deve ter visto que há pouco eu falei que estava testando o Pino, um cliente para Twitter e Identi.ca, e que eu o estou utilizando em substituição ao Gwibber.

Pois bem, após os meus twitts elogiando o Pino, o sr. Guariní, me desafiou a colocar um tutorial de instalação do tal software aqui no blog, inclusive me dando um tempo para isso! Que coisa heim? Mas topei o desafio e aqui está o post falando sobre o Pino.

O que eu gostei no Pino é o suporte ao Twitter, tem inclusive a função para seguir/não seguir alguém dentro do próprio cliente (Coisa que o Gwibber ainda não tem) e tem também um suporte melhor aos retwitts. O que eu achei estranho foi não ficar um campo para digitar novos twitts sempre aberto, para isso é preciso usar a combinação de teclas ‘ctrl + n’, mas para mim está tudo bem, já que o meu número de twitts não é muito elevado.

O Pino ainda não está disponível nos repositórios oficiais do do Debian, então as opções são: Utilizar um repositório alternativo ou compilar o programa. Eu optei por utilizar o repositório indicado no site do Pino e para isso fiz o seguinte:

Editei o arquivo /etc/apt/sources.list adicionando a seguinte linha:

deb http://packages.kirya.net/debian/ lenny main contrib non-free

Depois disso atualizei a lista de pacotes do apt:

# aptitude update

E por fim instalei o Pino:

# aptitude install pino

Pronto!

Para os interessados, o Pino é software livre (ao contrário do Echofon – É isso mesmo o Echofon não ganha link) e é licenciado sob a GNU LGPL.

Então é isso, desafio cumprido! Agora eu desafio você, que está lendo este texto, a utilizar o Pino e deixar as suas considerações nos comentários.

InFog

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Sobre o Flisol Santos 2010

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Olá pessoal!

Hoje vou falar um pouco sobre o Flisol Santos 2010.

Neste ano o evento foi realizado no campus Victorio Lanza da Unimonte e, como sempre, foi realizado pelo Grupo de Compartilhamento do Conhecimento Santos Dumont (GCCSD).

A divulgação do evento ficou a cargo do GCCSD e o pessoal da organização de eventos da Unimonte deu uma ajuda legal colocando agente em contato com o jornal Metro, inclusive tivemos um bom público que conheceu o evento por causa da matéria no jornal.

Durante o dia tivemos a presença de pouco mais de 50 pessoas e para começar teve a já clássica apresentação do software livre feita pelo Kretcheu.

Logo após chegou a minha vez de entrar em cena e fazer a nossa instalação narrada, neste caso apresentando para o pessoal como é feita a instalação do Ubuntu e logo depois respondendo algumas, várias, perguntas.

A instalação narrada foi feita em todos os Flisois em Santos e é sempre útil para mostrar que a instalação de uma distro GNU/Linux não precisa ser uma coisa de outro mundo, ainda mais com distros “friendly” (Quer aprender muito, mas muito sobre distros GNU/Linux? Então passei uns 2 dias instalando o Gentoo =).

Na parte da tarde tivemos a palestra do Kretcheu sobre Software Livre.

Depois, foi a minha vez de palestrar, falei sobre desenvolvimento de software no mundo do software livre e depois tivemos a palestra/depoimento do Guariní, Libertando Seu Desktop com Software Livre.

Eu digo que a palestra do Guariní foi também um depoimento pelo fato de ele não ter falado apenas sobre desktops livres, ele também falou sobre a ideologia do software livre, sobre os grupos de pessoas em torno do software livre, sobre a comunidade, foi interessante.

Durante o evento também tivemos alguns sorteios de brindes e o Kretcheu sorteou dois cursos de acompanhamento nos estudos para a LPI.

Olha a galera do GCCSD:

Após o evento o pessoal foi comemorar em um barzinho perto da faculdade, mas eu não participei.

Então é isso, este foi o Flisol Santos 2010, foi bem legal e acredito que conseguimos mostrar bem o que é o software livre para todos os que tiveram interesse de comparecer.

Agora é esperar pelo Flisol 2011.

Ahh, as fotos foram tiradas pelo Cabrito, Guariní, Apu…

InFog

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Learning Python 4th Edition

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Olá pessoal!

Este é um post para comentar sobre a minha última aquisição literária técnica, o “Learning Python 4th Edition”.

python

Esta é a capa do livro e sim, eu comprei a versão em inglês direto na Amazon.com. A compra foi super tranquila e a entrega levou umas duas semanas, enquanto no site dizia mais ou menos um mês para entregar. Só para constar, para comprar livros no exterior não é necessário pagar impostos ;-) . O que me levou a comprar fora do Brasil foi o fato de o livro ainda ser muito novo e provavelmente sem tradução aqui no Brasil (eu só achei a edição 2 do livro para vender) e também o preço, $37.00 (que mesmo com o frete não chegou ao valor de R$125,00 que é praticado por aqui).

Sobre o livro, que eu ainda não li todo… O livro em si é um baita de um trambolhão de quase 1200 páginas! Sim! É praticamente um tijolo. Esta edição cobre o Python 2.6 e o 3.0 e as versões mais novas nas famílias 2.X e 3.X. O Python 3.0 quebrou a compatibilidade com as versões anteriores, por isso o livro é também interessante para quem já estudou um pouco de Python e quer se atualizar. Em breve a maioria, se não todas, as bibliotecas Python serão portadas para a versão mais nova, então é bom aprender desde já.

A ideia do livro é ensinar Python e seus detalhes técnicos e não exatamente a desenvolver aplicações, se bem que os vários exemplos ajudam muito neste quesito.

A introdução do livro é bem legal por que mostra o que é o Python, para que ele é usado e quem o está usando.

Pelo pouco que eu já li deu para perceber que o livro é bem “mão na massa” e você com certeza deve ler e já fazer os exemplos e exercícios.

Se você está procurando por um bom libro para aprender Python, sabe ler em inglês e não tem tanta pressa de receber o livro, eu recomendo esta 4ª edição do Learning Python.

InFog.

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