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Um blog sobre GNU, Linux, Open Source, Desenvolvimento e Nerdices em Geral

e-CPF no Linux + Firefox

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Olá!

Aqui está uma receita de bolo para fazer o seu e-CPF funcionar corretamente no GNU/Linux em conjunto com o Firefox.

O certificado que eu estou usando é da Serasa Experian e é um e-CPF modelo cartão com leitora modelo Perto CCID. A instalação não é tão complicada, e eu vou usar o Debian como base.

Você vai precisar deste pacote:

E também terá que instalar estes pacotes (fiz via aptitude):

  • openct
  • pcscd
  • libwxbase2.6-0
  • libwxgtk2.6-0

Aqui está o comando para facilitar a sua vida:

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# aptitude install openct pcscd libwxgtk2.6-0 libwxbase2.6-0

Feito isso é bom reiniciar os serviços da leitora com os comandos

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# /etc/init.d/pcscd stop
# /etc/init.d/pcscd start
# /etc/init.d/openct stop
# /etc/init.d/openct start

Agora você pode conectar a leitora na porta USB e colocar o cartão nela, a luz dela vai acender.

Instale o pacote safesign_3.0.deb que veio naquele arquivo que você baixou:

# dpkg -i safesign_3.0.deb

Agora abra o Firefox e acesse o menu Editar > Preferências.

Nele use a aba Avançado e a aba Criptografia, nesta janela existem algumas opções, use a opção Dispositivos de Segurança. Nesta nova janela use a opção Carregar, ele vai mostrar uma nova janela perguntando o nome do módulo e o nome do arquivo do módulo. O nome do módulo você pode escolher, eu usei Serasa Experian e o nome do arquivo será /usr/lib/libaetpkss.so. A janela deve ficar assim:

Finalize usando o botão OK. Agora voltando à janela de criptografia use a opção Certificados, ele vai te pedir uma senha mestra, eu usei a mesma do PIN do e-CPF. Coloque a senha e lá estará o seu certificado digital!

Agora você poderá acessar sites como o da Receita Federal e usar o seu e-CPF para se idenficar.

Só fica a dica de usarem sempre senhas seguras.

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Pino: Cliente para Twitter e Identi.ca

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Olá pessoal!

Quem me acompanha pelo Twitter (InFog9) deve ter visto que há pouco eu falei que estava testando o Pino, um cliente para Twitter e Identi.ca, e que eu o estou utilizando em substituição ao Gwibber.

Pois bem, após os meus twitts elogiando o Pino, o sr. Guariní, me desafiou a colocar um tutorial de instalação do tal software aqui no blog, inclusive me dando um tempo para isso! Que coisa heim? Mas topei o desafio e aqui está o post falando sobre o Pino.

O que eu gostei no Pino é o suporte ao Twitter, tem inclusive a função para seguir/não seguir alguém dentro do próprio cliente (Coisa que o Gwibber ainda não tem) e tem também um suporte melhor aos retwitts. O que eu achei estranho foi não ficar um campo para digitar novos twitts sempre aberto, para isso é preciso usar a combinação de teclas ‘ctrl + n’, mas para mim está tudo bem, já que o meu número de twitts não é muito elevado.

O Pino ainda não está disponível nos repositórios oficiais do do Debian, então as opções são: Utilizar um repositório alternativo ou compilar o programa. Eu optei por utilizar o repositório indicado no site do Pino e para isso fiz o seguinte:

Editei o arquivo /etc/apt/sources.list adicionando a seguinte linha:

deb http://packages.kirya.net/debian/ lenny main contrib non-free

Depois disso atualizei a lista de pacotes do apt:

# aptitude update

E por fim instalei o Pino:

# aptitude install pino

Pronto!

Para os interessados, o Pino é software livre (ao contrário do Echofon – É isso mesmo o Echofon não ganha link) e é licenciado sob a GNU LGPL.

Então é isso, desafio cumprido! Agora eu desafio você, que está lendo este texto, a utilizar o Pino e deixar as suas considerações nos comentários.

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Apache com mais de um charset

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Olá pessoal!

Hoje eu resolvi um probleminha que já me afetava fazia um certo tempo: Utilizar o apache com 2 charsets (ou com mais charsets).

O interessante é que eu vivia mudando a opção “AddDefaultCharset” e usando os valores UTF-8 e ISO-8859-1.

Hoje eu estava lendo o manual do Apache para ver se encontrava uma luz e descobri que a luz que faltava era apenas um pouco de leitura mesmo. No próprio arquivo /etc/apache2/conf.d/charset (No Debian) tinha uma boa explicação: “Se você definir um charset com a opção AddDefaultCharset o Apache vai ignorar os demais charsets, então use com cuidado e apenas se tiver certeza que seus arquivos são apenas de um determinado charset”. Não é bem dessa forma que está escrito, mas é mais ou menos este o sentido.

Pois bem, comentei a linha (# é para comentar):

# AddDefaultCharset UTF-8

E então o Apache começou a seguir o que a tag meta http-equiv lhe dizia, como em:

<meta http-equiv=”Content-Type” content=”text/html; charset=utf-8″ />

Agora sim, posso testar várias páginas com os charsets diferentes e o Apache vai reconhece-los.

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