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As Aventuras de InFog na Terra do Fedora, Parte 2

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Olá pessoal!

Agora é hora de continuar minhas andanças na terra do Fedora. Se você perdeu a primeira parte clique aqui.

Bom, após a instalação veio o primeiro boot e dessa vez foi pedido para registrar um usuário comum, mas antes disso teve uma tela de boas vindas e um aceite da licença de uso. Depois disso configurei data e hora e então o instalador perguntou se ele poderia enviar meu perfil de hardware para a comunidade Fedora (Ou seria para a Red Hat?), como tenho noção de que isso é muito importante para que a comunidade melhore o sistema eu enviei sim o meu perfil.

Agora sim, hora de utilizar o sistema. Ele tem um tema bem legal para o GDM e o Gnome tem poucas modificações. Logo de cara ele ja começou a carregar a lista de pacotes dos repositórios, essa atualização demorou muito, mas muito mesmo, enquanto o Debian leva no máximo um ou dois minutos para ler a lista de pacotes do repositório o Fedora levou uns 30 minutos! Achei um tempo absurdo.

Mas vamos em frente, o navegador é um beta do Firefox 3, até aqui tudo bem o sistema foi lançado antes do Firefox lançar a versão final, então fui atualizar o firefox pelo gerenciador de pacotes gráfico do Fedora, mas o gpk-application (no estilo do gnome-app-install dos Debian-like) demorou muito tempo para carregar os pacotes, aí desisti e fui para a minha praia, o terminal. (Só para esclarecer, agora, depois de uns dias de uso, o gpk-application está bem mais rápido para achar pacotes).

Então chegou a hora que eu queria, o gerenciamento de pacotes usando ferramentas de terminal. E lá estava eu na frente de um cara chamado Yellowdog Updater Modified ou simplesmente yum. Como eu já tenho uns anos de estrada no Linux fui direto para o manual do yum. Para quem gosta de administrar pacotes via terminal o yum serve bem, e como a minha ideia aqui é comparar o Fedora ao Debian eu posso dizer que as opções do yum são bem próximas às do aptitude. Então estou montando uma tabela de equivalência entre aptitude e yum, creio que essa tabela irá ajudar tanto os usuários Debian que estão experimentando o Fedora quanto os usuários Fedora que estão experimentando o Debian, assim que a tabela ficar pronta eu disponibilizo aqui.

Até agora o que achei legal no Fedora foi o boot que é bem rápido, ele usa um kernel 2.6.25 e reconheceu quase todo o meu hardware, só o vídeo ATI que me deu problemas quando instalei o driver proprietário (e como não me motivei muito a resolver o problema estou usando um driver vesa agora).

Ahh este post foi escrito a partir do Fedora.

Por enquanto não vi nada que justifique o DVD de 3,1GB, mas ainda não analisei as opções de “desenvolvimento” que marquei durante a instalação.

Agora pluguei um pen drive aqui e, como esperado, ele abriu automaticamente no Nautilus (ajustei o Nautilus para abrir em modo navegador, assim como no Debian sempre faço). Peguei umas mp3 e o Rhythmbox e não conseguiu reproduzir, então com um duplo clique em uma mp3 qualquer o sistema abriu o Totem e também uma janela chamada “Codec Installer” que me ofereceu três opções e já estava marcada a opção Fluendo que diz na descrição que é tudo o que preciso para ouvir mp3. Ok, mandei instalar o Fluendo e me veio mais um alicença de uso, aceitei e mandei baixar, ele baixou e instalou e agora estou ouvindo minhas mp3 =).

Por enquanto é isso, logo logo volto com mais impressões minhas sobre o Fedora.

InFog

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As Aventuras de InFog na Terra do Fedora, Parte 1

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Olá pessoal!

Bem, essa semana eu resolvi pegar uma máquina parada aqui em casa e instalar uma distro que ainda não usei para ampliar um pouco meu campo de atuação no mundo linuxista.

Então resolvi utilizar o Fedora. Mas por que o Fedora? Ele não utiliza pacotes deb, que estou acostumado a trabalhar, mas sim o sistema de pacotes do Red Hat, os pacotes rpm.

Então vamos lá, o primeiro passo foi baixar a iso do DVD do Fedora para i386. Achei um absurdo ter que baixar mais de 3GB! Prefiro baixar um CD, e lá tinha a opção baixar CDs e eu quero acreditar que apenas o 1º CD já basta. Pois então, baixei a iso do DVD e a gravei em um DVD comum, ela tem “apenas” 3GB como eu já disse.

Ok, então preparei a máquina e agora estou aqui fazendo a instalação. Gostei do tal de Anaconda, o instalador dele, é bem legal e “intuitivo” para quem sabe o que quer fazer é claro. Gostei da interface de particionamento do disco e na seleção de pacotes eu escolhi escritório e desenvolvimento, a opção servidor web eu resolvi deixar para fazer na munheca ou via gerenciador de pacotes depois.

Nesta tela de seleção de pacotes quando eu marquei a opção de pacotes extras o istalador morreu! Nada bom, mas fiz um reboot e segui sem utilizar esta opção.

O instalador também pediu a senha de root, mas ainda não pediu para registrar um usuário comum.

Instalando Pacotes

Instalando Pacotes

Agora estou aqui olhando para uma tela onde ele mostra o pacote que está sendo instalado, ele acabou de instalar o NetworkManager, passou por umas pacotes do perl e agora está em umas lib-gnome da vida.

O que eu não gostei aqui é que ele não exibe um “tempo estimado”, mas tem uma barra de progesso, pelo menos.

Bom a instalação continua correndo… Quando terminar e eu usar um pouco o sistema eu coloco aqui as minhas impressões.

O que será que um usuário Debian (que já foi Slackware por mais de um ano) vai achar deste “sabor” de Gnu/Linux? Aguarde!

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