InFog

Um blog sobre GNU, Linux, Open Source, Desenvolvimento e Nerdices em Geral

O Google decide por onde eu vou navegar?

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Olá pessoal!

Tenho aqui uma bela imagem:

google_malwareO Google não me deixou visitar um site e nem mesto ofereceu o link! Ele até me dá o endereço, mas eu tenho que copia-lo para a url do navegar por minha conta!

Minha opinião?

Essa é uma coisa boa, acho que vai evitar que muitos usuários, principalmente do Windows®, caiam em armadilhas. Mas ao mesmo tempo eu não gostei, se eu clico em um link é por que quero acessá-lo, certo?

Mas o que me vem a mente agora é o pensamento de algumas pessoas… “Poxa, o Google me mandou para um site com vírus! Vou processar o Google!”. Acho que é graças as pessoas sem noção do que é um motor de buscas que esse tipo de coisa aconteça. Mesmo assim eu continuo com a ideia de que isso é uma coisa boa para muitos usuários.

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Apanhado de Notícias. Microsoft e Yahoo!, Debian e o tempo.

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Olá pessoal!

Nesta semana algumas notícias chamaram a minha atenção e merecem alguns comentários, então vamos lá!

Segundo a Folha Online, outras fontes, e Twitts de funcionparios do Yahoo!, a Microsoft e o Yahoo! fecharam uma parceria para publicação de anuncios online. A perceria terá duração de dez anos e as empresas pretendem compartilhar as receitas vindas dessa venture. O sistema de pesquisas do Yahoo! vai passar a utilizar o motor do Bing, da Microsoft. A Microsoft disse que o mercado de publicidade online é dominado por apenas uma empresa (Google) e isso é ruim.

Eu, particularmente, não acho que o motor de buscas do Yahoo! seja ruim, e não conheço o Bing para poder fazer uma comparação (mas vi que algumas visitas à este blog vieram de pesquisas do Bing, cerca de 1%). Agora o fato de a Microsoft dizer que um mercado dominado por apenas uma empresa é algo ruim é no mínimo engraçado, já que eles dominam o mercado de sistemas operacionais para desktop e alguns outros (como suite de escritório) e tiram o máximo de proveito disso impondo os próprios padrões obscuros e dificultando a interoperabilidade.

E o Slashdot trouxe novidades sobre o Debian que agora terá lançamento de novas versões em períodos de dois anos.

O pessoal da lista do GCC-SD discutiu um pouco sobre o assunto.

Eu utilizo o Debian faz uns 3 ou 4 anos e estou até acostumado com os longos períodos de desenvolvimento de uma nova versão. Nos desktops eu nunca fui muito afetado por isso já que utilizo a versão testing, e nos servidores o maior problema que eu tive foi com uma versão do PHP no Debian Etch que não atualizava para o horário de verão, mantendo a sua própria contagem de horas (parecia separado do horário do sistema).

O Debian sempre teve o lema “We release when its ready” (“Nós lançamos quando está pronto”) e eu não sei se essa decisão vai alterar a estabilidade do Debian, que é conhecido por ser muito estável, mas certamente já tira um pouco da identidade desta distro.

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A galera do MDZLog divulgou um post dizendo que a decisão do Debian foi mal interpretada por outros canais e que o Debian NÃO vão adotar o esquema de lançamento baseado em tempo, mas que eles vão, definir melhor as datas para congelar a versão testing e de lançamento, mais ou menos o que já acontece.

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Por hoje é só.

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Livro: Admirável Mundo Novo

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Olá!

Para abrir os posts de 2009 resolvi inaugurar uma nova “tag” aqui no blog: Livros.

Os que me conhecem pessoalmente sabem que eu gosto muito de ler, meu guarda-roupas (ainda estou sem uma estante boa para isso) tem uma pequena biblioteca que pode render alguns meses de boas histórias e estórias. Então para começar a falar de livros eu vou falar de um que li há pouco mais de 3 meses: “Admirável Mundo Novo” de “Aldous Huxley”.

O fato mais interessante deste livro é que ele é de 1932! Isso mesmo, provavelmente você nem era nascido ainda!

admiravel_mundo_novo_01

O livro trata de um futuro alternativo onde as pessoas são “criadas” em fábricas e desde cedo, cedo mesmo (no útero), já são condicionadas às tarefas que irão exercer. Então os que serão os mecânicos dos aviões-foguetes já são condicionados para que não gostem de terra firme. Nesta sociedade não há divindades, o que existe é o “Grade Ford” (Lembram que foi ele o inventor da linha de produção?), e é até engraçado ver as pessoas falando “Por Ford!”, “Ai meu Ford”, “Oh grande Ford”.

Na sociedade descrita no livro as famílias não existem (todos são fabricados), todo mundo é de todo mundo, não existem relacionamentos, as pessoas são encorajadas a se relacionarem com quantas pessoas quiserem. Não existem conceitos como irmãos, tios, primos e pais, a palavra “mãe” é até mesmo um tipo de tabu.

É claro que dessa nova sociedade existe um “cara diferente” que é o personagem principal Bernard Marx. Bernard é um pouco diferente dos demais (no livro todos são altos e “bonitos”) e as pessoas costumam dizer que foi colocado álcool em seu útero artificial. A coisa começa mesmo quando Bernard resolve conhecer uma reserva onde vivem os selvagens, pessoas que não fazem parte do moderno novo mundo e continuam com os hábitos antiquados de antigamente. Nesta reserva Bernard conhece John o filho de uma mulher que já foi da civilização, mas acabou se perdendo em uma viagem à reserva dos selvagens. Bernard enxerga ai uma oportunidade de exibir o selvagem John para a civilização e ganhar mais respeito e admiração.

O livro é realmente muito bom e há partes em que cheguei a pensar “nossa, será que este futuro é tão alternativo assim?”.

Ahh, se não me engano eu o comprei por R$ 19,00, é uma versão de qualidade mais baixa, mas foi a única que eu achei, quem sabe mais tarde não compro uma versão melhor para deixar na coleção?

Eu recomendo este livro, acho que é um título indispensável para quem gosta de uma boa leitura.

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